Próximo sábado (30) tem Bado e convidados, na orla de Humaitá

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O cantor, compositor e instrumentista, Bado, de Porto Velho (RO) realiza no próximo sábado (30), a partir das 20 horas, na Orla Fluvial, no Centro Histórico de Humaitá, o show musical “No quintal”. O espetáculo contará com a participação d os artistas locais: Ageu, Palha, Bimba e Lia, Aleixo, Pregueta, Bel Silva, Rafinha, entre outros.
Estarão no palco do show ‘No Quintal’ os músicos: Bado (voz e violões); Mauro Araújo (teclado); Junior Lopes (Bateria); David (sax e flautas); Ronald Vasconcelos (guitarra) e Paulo Araújo (Baixo).

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A produção executiva de Benedita Nascimento, direção musical de Bado e Rolnald Vasconcelos, o cenário de Ismael Barreto, tendo como arte finalista, Edilson Ximenes (Bola).
A produção conta com o apoio cultural do Banco da Amazônia (Governo Federal), Prefeitura de Humaitá, Eletro Seixas, Palhoça Restaurante, Humaitá Quality Hotel, site folhadamangaba.com, SINTEL e SINTERO.
Histórico de Bado
Bado, compositor e instrumentista, artista portovelhense, nascido em 1964 no Estado de Rondônia, revela-se com traços peculiares à sua história e memória cultural, envolvendo no seu contexto musical uma mistura de musicalidade amazônica, com sons e ritmos universais.
No conjunto de suas obras e participações artísticas passou por experiências de criação musicais produzidas por encomendas para o teatro e filmes documentários, além de trabalhos realizados para produção de shows musicais.
Com participação em vários movimentos culturais desde o início dos anos 80, a exemplo do Projeto “Grito de Cantadores” SESC/RO(1992) e outros, amplia seu universo musical com experiências em outros estados no final desta década, onde viveu no Rio de Janeiro(1987/88), estudando e atuando como músico profissional.
A partir dos anos 90, além de atuar como professor da Escola de Música de
Porto Velho, se envolve em vários projetos, inclusive de âmbito nacional, quando se apresentou levando a música amazônica no Projeto “Rio Brasil”, Sala Cecília Meireles e Museu da Imagem do Som (junho,1992) no Rio de Janeiro, resultando na gravação do disco Porto das Esperanças em conjunto com outros compositores do Estado de Rondônia.
No ano de 1995, Bado e outros artistas participam no Projeto “escola viva”, levando a música de compositores locais às escolas municipais da rede pública, resultando na gravação de um disco denominado “Amazônia em Canto”.
Na segunda metade da década de 90, se apresenta em festivais e mostras musicais fora do estado, como: FEMUCIC (Maringá, PR); Teatro Francisco Nunes (Belo Horizonte-MG); Teatro Amazonas (Manaus/AM) e Espaço SEBRAE –Brasília/DF.
Em 2000/2001 foi selecionado pelo Projeto “RUMOS” Itatú Cultural e passa a integrar a Cartografia Musical Brasileira, realizando Shows em São Paulo na Sala Azul Itaú Cultural.
No ano seguinte se apresenta em Belém(PA) no Quinta Cultural do Banco da Amazônia e no Rio de Janeiro pelo Projeto “Cantorias Amazônica” no Teatro 2, Centro Cultural Banco do Brasil.
No ano de 2005, grava seu primeiro disco solo intitulado “Aldeia de Sons” e foi convidado pela FUNARTE para se apresentar no Projeto “Pixinguinha” em 8 (oito) cidades do sul e sudeste do Brasil no mês de setembro(2005).
Após um intenso processo de interação ao longo dos anos com os compositores e músicos da região amazônica, Bado participa, a convite do compositor paraense Nilson Chaves do Show “Gente da mesma Floresta”, realizado em São Paulo em abril de 2006, com gravação ao vivo em DVD.
No ano de 2010 Bado é convidado pela Produção do Festival de Cinema da Amazônia(FESTCinie), para participar da mostra Itinerante de Artes Integradas com Cinema, Circo e Música na América Latina, envolvendo Brasil, Peru e Bolívia, com apresentações em mais de dez cidades. Esse trabalho resultou na produção de um filme/documentário sobre a cultura e meio ambiente dos países que detém territórios amazônicos nas suas fronteiras.
Em 2013, é novamente convidado pela produção do FESTCINE para participa da itinerância no Vale do Guaporé, onde levaram música, literatura, circo e cinema com apresentações em 13 comunidades ribeirinhas envolvendo Brasil e Bolívia.
Atualmente, Bado continua difundindo seu trabalho em várias regiões do País, traduzindo dessa forma a necessidade relevante da construção de uma identidade musical amazônica com o viés interativo e universalizante de todos os tons.

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