Novela Novo Mundo vai retratar uma fase importante da história do Brasil

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A novela Novo Mundo vai retratar uma fase importante da história do Brasil com narrativa de filmes de piratas. A trama terá Caio Castro no papel de Dom Pedro 1º.
Os autores estreantes Alessandro Marson e Thereza Falcão admitem abertamente a inspiração na franquia Piratas do Caribe para abordar o período histórico que começa com a viagem da princesa Leopoldina ao Brasil, em 1817, e culmina na sagração de dom Pedro 1º como imperador, em 1822, com a proclamação da independência. Chay Suede está cotado para interpretar uma versão luso-brasileira de Jack Sparrow (Johnny Depp).
“Vamos nos afastar da teleaula e usar fartas pitadas de aventura, romance e humor. Será uma novela romântica com ação”, afirma Marson, que, assim com Thereza, foi colaborador de João Emanuel Carneiro em A Regra do Jogo. Thereza e Marson fazem parte de uma nova geração de autores que a Globo está lançando. No ar no início do ano que vem, Novo Mundo substituirá Sol Nascente, que por sua vez pegará o horário de Eta Mundo Bom! em setembro.
Além de Caio Castro, já confirmado, outro galã da nova geração pode integrar o elenco de Novo Mundo, título ainda provisório. Chay Suede ficou empolgado com o personagem Joaquim Martinho, o grande herói da trama.
“Junto da futura imperatriz [Leopoldina], no mesmo navio vem nossa heroína, Anna Millman, e nosso herói, Joaquim Martinho. E também vem o vilão da novela, que vai disputar o amor da Anna com Joaquim, Charles Johnson”, adianta Marson. Tal qual a minissérie O Quinto dos Infernos (2002), de Carlos Lombardi, a novela também reproduzirá o “triângulo amoroso mais famoso da história nacional”, entre dom Pedro 1º, Leopoldina e Domitila, a marquesa de Santos.
“Nosso mocinho, o Joaquim, é um dos grandes idealizadores e incentivadores da independência e o nosso vilão é um mercenário pago pela Corte Portuguesa para impedir que o Brasil seja uma nação livre. O Joaquim começa irresponsável, farrista. No início, ele é um ator que se apresenta na festa de despedida da princesa [Leopoldina]. Meio por acidente, ele acaba no navio e vem para o Brasil. Já na viagem, ele salva a vida de Leopoldina de um ataque de piratas. Depois, chegando aqui, conhece os índios, passa a viver entre eles, salva a pele de dom Pedro de um atentado e vai se transformando num herói de fato”, acrescenta.
“Já nossa heroína é bem fora do convencional. Foi criada pelo pai, um grande navegador inglês. Conheceu o mundo todo, morou em vários países, fala muitos idiomas. E vem para o Brasil acompanhando a princesa Leopoldina. Ela é baseada numa personagem real, que realmente acompanhou Leopoldina na viagem, chamada Maria Graham. Na nossa história, ela se chama Anna Millman. E ela também vai ter um papel central na proclamação da Independência, na luta contra a escravidão”, completa Marson.

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